Agências de Propaganda que Fazem História – Propeg

História

O “Projeto Brasil”

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Crescimento

A Rede Interamericana de Comunicação S.A. alcançou um crescimento médio de 29,8% nos últimos cinco anos (1996-1999). Nesse período,
cresceu acima da média de mercado, tornando-se a décima maior agência brasileira e 79ª maior do mundo e aumentando expressivamente o seu
market share:

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Clientes

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  1. Cresce, em todo o mundo, a demanda por energia, sob todas as suas formas. No Brasil, uma grave crise energética cria, por um lado, entraves ao desenvolvimento  mas abre
    ou alarga, por outro lado, oportunidades para investimentos (publicitários, inclusive) no setor. A Propeg adquiriu larga experiência no setor: atende a Petrobras há mais de 5 anos, a
    Eletrobrás, há quase 5, e a Coelba, há 3, Isto a credencia, inclusive, para o atendimento a outros Clientes, no setor de energia.
  2. A privatização das telecomunicações, a partir de 1998, abriu caminho para vultosos investimentos no setor, que foi o vice-líder no ranking dos investimentos publicitários em
    2000, e tende a manter ou até melhorar essa posição nos próximos anos, diante do acirramento da concorrência: a partir de 2002, o mercado brasileiro não terá fronteiras para as
    operadoras que tiverem cumprido as metas fixadas pela ANATEL – Agência Brasileira de Telecomunicações. Entre elas, a TELEMAR.
  3. Lojas Insinuante, Cliente da Propeg desde 1996, é a maior rede de varejo da região Nordeste, onde concentra a maior parte das suas 150 lojas. A rede cobre os estados de
    Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Sergipe.
  4. A Propeg acumulou, ao longo dos anos, uma grande experiência no atendimento a contas de governo  seja as da administração direta (Poder Executivo), seja as da
    administração indireta (empresas e sociedades de economia mista)  em todos os níveis (federal, estadual e municipal) e em todas esferas políticas, indo do PT (Governo de Brasília,
    1994-1998) ao PFL (Governos da Bahia e do Paraná) e passando pelo PMDB (Governo de Pernambuco, 1987-1990), pelo PSB (Governo de Pernambuco, 1995-1998) e pelo PSDB
    (Governo do Ceará, até 1996, e Governo Federal, desde 1994).

Equipe

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O Mercado Brasileiro de publicidade na era da globalização

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(1) WPP – Nascido na Inglaterra, há apenas 15 anos, de uma pequena indústria de aramados (a Wire and Plastics Products, da qual herdou a sigla WPP), este grupo superou as
americanas Omnicom e Interpublic, consolidando-se como o maior grupo de comunicações do mundo, após a compra, por US$ 4,7 bilhões, da rival Young & Rubicam. Seus
principais Clientes globais são: Ford, American Express, AT&T, Citibank, Colgate-Palmolive, IBM, Johnson & Johnson, Philip Morris, Pfizer, Unilever. A WPP emprega 55.000
funcionários e atua em 92 países, tendo obtido, em 2000, receita de US$ 4,45 bilhões. No Brasil, opera as redes Ogilvy, J. Walter Thompson e Young & Rubicam, além de agências
menores, como a Denison, a DCS, a FOR, a Plug e a WG.

(2) OMNICOM – Segundo maior conglomerado de comunicação do mundo (receita de US$ 6,15 bilhões em 2000), a Omnicom tem 56.000 funcionários em 100 países. Opera, no
Brasil: Giovanni/FCB, Almap/BBDO e DM9-DDB.

(3) INTERPUBLIC – Terceiro maior conglomerado de publicidade do mundo, a Interpublic obteve US$ 5,62 bilhões de receita em 2000. Emprega 48.000 funcionários, em 126
países. Com a recente compra da True North, deverá passar a ser a primeira do ranking mundial, pelo critério de receita. No Brasil, opera a Lintas, a McCann-Erickson e a
Contemporânea.

(4) PUBLICIS – Maior agência de publicidade da Europa e líder de um grupo que atua em 80 países, a Publicis atende Nestlé, Hewlett-Packard, Coca-Cola e British Airways, entre
outros Clientes mundiais. No Brasil, opera a F/Nazca e a própria Publicis.



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